11/03/2006 00:32
Gosto quando te calas porque estás como ausente,
e me ouves desde longe, e minha voz não te alcança.
Parece que teus olhos tivessem voado
e parece que um beijo te cerrasse a boca.
Como todas as coisas estão cheias de minha alma
emerges tu das coisas, cheia da minha alma.
Borboleta de sonho, és como minha alma
e te pareces à palavra melancolia.
Pablo Neruda
de Veinte poemas de amor y una cancion desesperada
enviada por Kapri
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